O Algo a Dizer tem como objetivo abordar vários assuntos de interesses da nossa sociedade tais como: políticas públicas, turismo, lazer... Em um formato atualizado, espera fazer com que os interessados possam comentar e refletir sobre os assuntos postados.
Quando necessito frequentar o terminal Procópio Ferreira, na Central do Brasil, no Rio de Janeiro me dá até cala frio.
Pra começar na Presidente Vargas em frente á Central tem uma “praça” que é horrível cheio de mendigos, sujo... Porém atrás da Central do Brasil onde há o terminal é pior ainda não há organização, completamente largado e sem estrutura.
O terminal é sujo, asfaltos esburacados, sem segurança, cheio de mendigos, usuários de drogas que dormem nas baias destinadas ao embarque e desembarque de passageiros como também não há banheiros químicos, então em todo terminal tem um cheiro muito forte de urina.
As cenas são chocantes, pois na parte da manha tem mais de 30 mendigos jogados no chão sem nenhum amparo, é muito triste, pois não há expectativa de vida.
Os passageiros também criticam pela falta de segurança, pois são usuários frequentes desse terminal e passam risco de serem assaltados todos os dias, existem relatos de jovens drogados que roubaram um colar de uma jovem.
Terminal da Pavuna
Essa realidade também acontece na Pavuna, Américo Ayres, no Méier, Misericórdia, na Praça XV, José Souza Marques, em Cascadura, Madureira, PUC na Gávea, Carlos Bandeira, na Usina.
Fico abismado com a falta de sensibilidade dos nossos governantes, pois os cidadãos pagam impostos altíssimos, porém não há retorno, pelo menos dar segurança para a população usar os terminais para suas necessidades mínimas de locomoção.
Isso é uma vergonha pela ausência da administração pública esses indivíduos que dormem nas ruas não terem ninguém para zelar por eles, para dar um pouco de dignidade como documentação, carteira de trabalho, alimento, abrigos comunitários, psicólogas, casas de tratamento para dependentes químicos, cursos para conquistarem o primeiro emprego. São ações que terá grande retorno pra esse povo que é tão marginalizado e ajudar a diminuir as desigualdades no Brasil que é um verdadeiro câncer em nosso país.
Caros colegas;
Gostaria de falar sobre uma ferramenta muito legal que esta sendo sucesso na internet. "O Yahoo Respostas" um serviço criado pelo portal do Yahoo desde 2006. Ele permite que o usuário cadastrado possa fazer perguntas e responder de outros usuários sobre qualquer tema. As perguntas são divididas por categorias e são respondidas por diversas pessoas. Após ela é encerrada e colocada em votação e escolhida a melhor resposta.
Essa ferramenta esta disponível em vários países e baseia-se em sistemas de pontos que desafia o usuário a responder as perguntas e subirem de níveis. Muitos artistas já aderiram o Yahoo respostas como Bono Vox, Leonardo de Caprio, Ana Moser, Hillary Clinton e a Equipe da Revista Mundo Estranho.
Me cadastrei nessa ferramenta basta fazer um email no Yahoo se cadastrar no Yahoo respostas e pronto.
As vantagens são inúmeras, pois suas dúvidas e curiosidades serão respondidas por vários internautas. Como também quando o usuário responde uma pergunta ele aprende, pois é sempre bom fazer uma pesquisa. Então acaba ganhando conhecimento.
Imagine você tendo milhares de pessoas para te responder diversas perguntas como política, meio ambiente, Ciências Sociais, Esportes, Entretenimento. Tem assunto para todos.
Essa foto foi o que consegui para poder descrever o “Grande Espetáculo da Natureza”.
"A natureza é o único livro que oferece um conteúdo valioso em todas as suas folhas." (Goethe)
Caros colegas, estava correndo na praia de Piratininga Niterói e me deparei com uma linda e enorme lua, parecia de mel subindo bem devagar, junto com ela um céu sem nenhuma nuvem e as estrelas brilhando como se fosse vários flash uma verdadeira obra de arte natural. Muitos estavam na praia, pararam para tirar fotos e se deslumbraram com o grande espetáculo da natureza.
Hoje estamos em uma verdadeira selva de concreto, onde os grandes prédios tomam conta das nossas cidades, infelizmente em vários lugares muitos não conseguiram ver. Espero que todos saibam que a natureza pode proporcionar momentos maravilhosos de relaxamento, prazer e felicidade.
“Como seres Humanos é nossa responsabilidade lidar com os animais com carinho e compaixão, pois as crueldades que os animais sofrem esta alem da nossa imaginação. Vamos parar com essa loucura”.
A raça Pit Bull já apareceu em várias capas de jornais e revistas, porém de forma negativa, devido uma combinação do mercado antiético, proprietários sem responsabilidades e uma mídia focada somente em vender jornais e revistas.
O caráter e personalidade de um cão dependem 20% da genética e 80% do ambiente. Com bases nessas informações é certo que o proprietário do cachorro tem que ter a responsabilidade de incentivar o desenvolvimento do cão para o bem dando ao Pit Bull e outras raças, carinho, atenção. E não incentivar ao atacar, levar as rinhas...
“Se o cachorro pudesse escolher o seu dono o mesmo não escolheria alguém que lhe incentivasse a ser agressivo”.
Existem várias leis que devem ser seguidas: como o uso da focinheira, evitar locais com aglomerações, definir o horário para passear, a castração, pois é um ato de responsabilidade social e saúde pública pode evitar crias indesejáveis, abandono e atenuar o comportamento agressivo de alguns animais.
Porém em alguns estados e países existem leis para banir o animal, proibir comercialização, isso é brutal, pois ao passar dos anos terão novas raças e vai continuar a mesma polemica. Devem criar leis para punir o dono do animal, acabar com as rinhas, e concientizar o proprietário a tratar de forma adequada o seu animal.
Alguns lugares onde o Pit Bull sofre restrições.
Canadá (Winnipeg e monitoba), Austrália, Noruega, EUA (Miami Dedia Country-Florida, entre outros. Raça banida.
Já no CCZ de Guarulhos.
Município da grande São Paulo com cerca de um milhão de habitantes, uma ação corajosa tenta amenizar as feridas da raça devido à falta de responsabilidade dos seus donos. Já foram doados vários Pit Bulls, além do trabalho de ressocialização e adestramento.
"Ter um animal é muito bom ele sabe quando você esta feliz, triste e com o olhar ele sabe te confortar e melhorar o seu astral".
Guia Básico para chamada “raças agressivas” relacionada na lei da focinha 11.531/03 (pit Bull, mastino napolitano, rottweiller e american staffordshire terrier).
“Pratique 10 mandamentos da posse responsável”.
1. Nunca adquira um animal que esta na moda, tenha consciência do seu estilo de vida e perfil;
2. Procure conhecer a procedência do animal e escolha sempre filhotes de linhagens não agressivas;
3. A castração é um ato de responsabilidade social e saúde pública. Pode atenuar o comportamento agressivo de alguns animais. Alem de ser fundamental para evitar crias indesejadas e abandono;
4. Registro Geral do Animal (RGA) com plaqueta e identificação permanente (microship ou tatuagem) é fundamental para o controle animal de sua cidade e responsabilizar os inconsequentes;
5. Cortar o rabo e orelha do animal é proibido pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV). Os dois procedimentos podem trazer problemas de saúde ao animal;
6. Passeie diariamente com seu animal e reserve pelo menos um dia para brincar com ele;
7. Leve seu animal regularmente ao veterinário( pelo menos uma vez ao ano) de a ele uma alimentação balanceada e esteja com as vacinas e vermifugação em dia;
8. O espaço tem que ter no mínimo 6m2, com uma área para se abrigar e tomar sol não isole o animal em um único local, pois ele precisa ter noção do mundo ao seu redor;
9. Focinheira: o uso em locais públicos é obrigatório, porem peça orientação ao comprar. O modelo ideal deve permitir que o animal abra a boca para respirar e beber água;
10. Procure um bom adestrador, aprenda sobre os comandos básicos, treino de obediência, socialização e as características comportamentais da raça;
"A razão de eu amar tanto o meu cachorro é porque quando chego em casa ele é o único no mundo que me trata como seu fosse 'Os Beatles'" (Bill Maher)
"É triste saber que a natureza fala, porem o homem não escuta".
Caros colegas;
Ouvi a música composição: Sá / Guarabyra letra muito antiga, mas bem atual com a realidade em que vivemos com o meio ambiente. Devemos sim criar novas tecnologias, porem com responsabilidade ambiental. O mundo passa por transformações culturais, descobertas tecnológicas tudo muito rápido. O meio ambiente é muito frágio e requer responsabilidade por parte dos governantes e sociedade.
Impactos Ecológicos das Represas no Brasil:
Perda de solos;
Perda de espécies de plantas e animais;
Perdas de monumentos naturais e históricos;
Perda de recursos madeireiros;
Translocação da população
SOBRADINHO Composição: Sá / Guarabyra
O homem chega e já desfaz a natureza Tira a gente põe represa, diz que tudo vai mudar O são francisco lá prá cima da bahia Diz que dia menos dia vai subir bem devagar E passo a passo vai cumprindo a profecia Do beato que dizia que o sertão ia alagar O sertão vai virar mar Dá no coração O medo que algum dia O mar também vire sertão Vai virar mar Dá no coração O medo que algum dia O mar também vire sertão Adeus remanso, casa nova, sento-sé Adeus pilão arcado vem o rio te engolir Debaixo d'água lá se vai a vida inteira Por cima da cachoeira o gaiola vai subir Vai ter barragem no salto do sobradinho E o povo vai se embora com medo de se afogar O sertão vai virar mar Dá no coração O medo que algum dia O mar também vire sertão Vai virar mar Dá no coração O medo que algum dia O mar também vire sertão O sertão vai virar mar Dá no coração O medo que algum dia O mar também vire sertão Vai virar mar Dá no coração O medo que algum dia O mar também vire sertão Virou Adeus remanso, casa nova, sento-sé Adeus pilão arcad, sobradinho Adeu, adeus
"Como os pássaros, que cuidam de seus filhos ao fazer um ninho no alto das árvores e nas montanhas, longe dos predadores, das ameaças e dos perigos e mais perto de Deus, devemos cuidar de nossos filhos como um bem sagrado, promover o respeito a seus direitos e protegê-los".
Parágrafo final da última palestra da Dra. Zilda Arns Neumann
Haiti, 2010
Morreu Zilda Arns, pediatra, sanitarista, nascida em 1934, mãe de 5 filhos e avó de 9 netos. Fundadora das pastorais da criança e da pessoa idosa. Um exemplo para humanidade, estava no Haiti, um dos países mais pobres do mundo dando uma palestra sobre o sucesso da pastoral da criança no Brasil, estava em fase de implementação nesse país que nunca conheceu a ordem e os direitos humanos.
O que podemos aprender com a Dra Zilda?
A Dra Zilda dedicou sua vida profissional levando a solidariedade, amor, saúde a todos que clamam por ajuda. Após 25 anos, a Pastoral acompanhou mais de 1,9 milhões de gestantes e crianças menores seis anos e 1,4 milhões de famílias pobres, em 4.063 municípios brasileiros. Seus mais de 260 mil voluntários levam fé e vida, em forma de solidariedade e conhecimentos sobre saúde, nutrição, educação e cidadania para as comunidades mais pobres. Em 2004, a Dra. Zilda Arns recebeu da CNBB outra missão semelhante, fundar, organizar e coordenar a Pastoral da Pessoa Idosa. Atualmente mais de 129 mil idosos são acompanhados todos os meses por 14 mil voluntários. Se cada um de nós levarmos um pouco de solidariedade ao nosso próximo, não precisa ser tão longe, pois no Brasil tem muito por fazer, iremos fazer a diferença na vida de muitos que necessitam de direitos básicos para sobreviver.
"Toda a pessoa tem direito a um nível de vida que possa lhe assegurar saúde, segurança, educação, direitos trabalhistas em caso de invalidez, seguro desemprego, são garantias que devem ser respeitadas independentemente das classes sociais cor, sexo".
Aprovada pela Organização das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos completa 61 anos, é uma importante referência para a maior parte dos povos do mundo, mas, ainda, não passa de uma bela declaração de intenções - e não um fato concreto na vida das pessoas, inclusive no Brasil.
A declaração nasceu sob o impacto da Segunda Guerra Mundial, responsável pela morte de milhões de pessoas, não apenas nos campos de batalha, mas principalmente nos campos de extermínio do nazismo, sob o bombardeio das cidades pelas bombas atômicas lançadas nos Estados Unidos em Hiroshima e Nagasaki.
Por isso em 1948 a única forma de construir uma situação de paz e bem-estar para a humanidade seria um pacto mínimo de respeito aos direitos básicos e fundamentais de todos os cidadãos independentemente de raça, cor, credo, posição política, esperava-se que a Declaração Universal dos Direitos Humanos pudesse ser aplicada e concretizada na face da terra.
Após 61 anos é possível verificar que falta muito para avançar na direção dos compromissos definidos na Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH). No Brasil a desigualdade é enorme, o Índice de Desenvolvimento Humano apresentado pela ONU no dia 05/10/2009 comprova que o Brasil perdeu 5 posições no ranking e agora esta em 75ª lugar ficando atrás de países como Argentina (49ª), Uruguai (50ª), Venezuela (58ª). Falta educação, bem-estar, e maior igualdade no crescimento do padrão de vida da população brasileira. Muitos querem estudar, mas faltam vagas suficientes nas escolas e universidades como também, o que a humanidade se desenvolveu em tecnologia, alimentos para proporcionar uma qualidade de vida melhor para a população. No entanto é o que gera mais desigualdade a concentração de riquezas que ficam com a elite que tem como objetivo manter o seu conforto a qualquer custo, mesmo que por sua volta tenha miséria e abandono.
Por isso os artigos 25; 26; 27 são belas declarações de intenções:
Art 25 “Todo ser humano tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar-lhe, e a sua família, saúde e bem-estar, inclusive alimentação, vestuário, habitação, cuidados médicos e os serviços sociais indispensáveis, e segurança em caso de desemprego, doença, invalidez, viuvez, velhice ou outros casos de perda dos meios de subsistência em circunstâncias fora de seu controle”. Este artigo é uma grande ilusão, pois os hospitais públicos estão sempre lotados faltam médicos. Muitos brasileiros recorrem a planos particulares para terem um atendimento digno, e acabam gastando do seu salário em saúde podendo ter utilizado em vestuário, habitação, lazer.
Vale lembrar no que diz respeito ao Art 26 que fala sobre a educação. No Brasil não há para todos, acesso as escolas e universidades, muitos querem estudar, mas faltam vagas e o ensino elementar não da uma base para o estudante seguirem as Universidades. E como falar em direitos humanos se o nível de escolaridade é baixíssimo e ainda existem milhões de analfabetos no Brasil.
No Art 27 esclarece que todo ser humano tem o direito de participar do progresso científico e de seus benefícios. Será que somos beneficiados aos progressos e seus benefícios, se à maioria dos serviços públicos estão sucateados?
Meu nome é Robson Comte nasci em Niterói-RJ Trabalho em Cia Aérea.
O Algo a Dizer tem como objetivo abordar vários assuntos de interesses da nossa sociedade tais como: políticas públicas, turismo, lazer... Em um formato atualizado, espera fazer com que os interessados possam comentar e refletir sobre os assuntos postados.
Espero que gostem do meu blogger e comentem.